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	<title>Desconstruindo... &#187; Saúde</title>
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		<title>Cuidados na Prevenção e Tratamento de Feridas &#8211; Parte 10</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 21:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[feridas]]></category>

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		<description><![CDATA[ÚLCERAS DE PRESSÃO A úlcera de pressão é: “uma área localizada de morte celular que se desenvolve quando um tecido mole é comprimido em uma proeminência óssea e uma superfície dura por um prolongado período de tempo”&#8230; “uma úlcera de pressão pode ser descrita como uma lesão localizada da pele, provocada pela interrupção do fornecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ÚLCERAS DE PRESSÃO</strong></p>
<p>A úlcera de pressão é: “<em>uma área localizada de morte celular</em> <em>que se desenvolve quando um tecido mole é comprimido em uma proeminência óssea e uma superfície dura por um prolongado período de tempo</em>”&#8230; <em>“uma úlcera de pressão pode ser descrita como uma lesão localizada da pele, provocada pela interrupção do fornecimento de sangue para a área, geralmente provocado por pressão, cisalhamento ou fricção ou uma combinação dos três”</em>.</p>
<p>É importante considerar que as úlceras de pressão elevam o tempo de hospitalização do paciente, pelo agravamento do seu quadro clínico, com consequente aumento da morbidade, mortalidade e do custo que, muitas vezes, podem ser prevenidos ou minimizados.</p>
<p>Sabe-se, também, que entre os profissionais de saúde, o de enfermagem é o que possui, devido seu contato mais constante com o paciente, a maior facilidade de avaliação e intervenção sistematizada, individualizada e diária, podendo atuar diretamente na prevenção, bem como no tratamento das úlceras de pressão, possuindo, consequentemente, maior poder de transformação de uma situação particular como esta.</p>
<p>Na etiopatogênese das úlceras de pressão, os fatores mais importantes são a pressão, quanto aos aspectos aspectos de durabilidade e intensidade, e a tolerância tissular.</p>
<p>Paranhos e Santos (1999) consideram que a pressão capilar tende a mover o fluido externo através da membrana capilar. A pressão de fechamento capilar indica a pressão necessária para o colapso do capilar, sendo de aproximadamente 32 mmHg nas arteríolas e 12 mmHg nas vênulas. Quando ocorre uma pressão externa que seja superior a 32 mmHg, ocorre uma diminuição de fluxo sanguíneo para a área. A pressão aplicada em tecido mole por longo período, pode colapsar ou trombosar os vasos capilares ocorrendo uma falência na oxigenação e nutrição dos tecidos envolvidos, ocorrendo um acúmulo de subprodutos tóxicos do metabolismo e, como consequência, a anóxia tissular e isquêmica.</p>
<p>Além da intensidade e da duração da pressão também é um fator etiopatológico importante a tolerância tissular relacionada a capacidade do tecido em distribuir e compensar a pressão exercida sobre o tecido contra a estrutura do esqueleto, influenciando, então, na condição e integridade da pele e estruturas de suporte.</p>
<p>Além desses fatores, outras forças mecânicas como a fricção e o cisalhamento concorrem para a formação de úlceras de pressão, fazendo com que as camadas superiores de células epiteliais sejam rompidas. O cisalhamento consiste na intensidade gravitacional que impulsiona o corpo numa direção oposta, ficando este em posição de repouso, gerando atrito na superfície cutânea. Quando são exercidas estas forças existe distensão e lesão nos tecidos e vasos sanguíneos, ocorrendo o deslizamento nas camadas tissulares umas sobre as outras, consequentemente a microcirculação da pele e do tecido subcutâneo são rompidas.</p>
<p>Outro fator associado é o edema que dificulta a circulação e interfere no suprimento de nutrientes para as células, e assim como a umidade e a fricção irão favorecer o risco de lesão.</p>
<p>A umidade constitui um risco extrínseco à formação de úlceras de pressão, podendo ser resultante e alteração do nível de consciência, incontinência, drenagem, transpiração e outros. A constante umidade na pele causa uma susceptibilidade ao atrito e a maceração.</p>
<p>Existem ainda outros fatores intrínsecos também relacionados à formação de úlceras de pressão, como a raça, a idade avançada, as doenças associadas, o uso de medicamentos, a deficiência nutricional e o comportamento neurológico, intimamente ligado a mobilidade e atividade. Já os distúrbios metabólicos não são responsáveis pela formação da úlcera de pressão diretamente, mas influenciam em sua cronicidade.</p>
<p>Paranhos e Santos citam que para a avaliação dos fatores de risco no desenvolvimento de úlceras de pressão existem, atualmente, vários instrumentos que facilitam sua predição, e por intermédio de uma abordagem correta, previne sua ocorrência como as Escalas de Norton, Gosnell, Waterlow, Braden entre outras. Neste aspecto, a escala de Braden tem se mostrado com melhores índices de validade preditiva, sensibilidade e especificidade, tendo considerada como uma das mais adequadas para predizer o risco de desenvolvimento desse tipo de úlcera, através de inúmeros estudos internacionais.</p>
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		<title>Cuidados na Prevenção e Tratamento de Feridas &#8211; Parte 09</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 21:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[feridas]]></category>

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		<description><![CDATA[ÚLCERA ARTERIAL A úlcera arterial é resultante da hipóxia tecidual causada pelo inadequado suprimento sanguíneo que pode ser causado por oclusão arterial aguda, como a tromboangeíte obliterante (doença de Buerger) mais comum no sexo masculino com idade entre 20 e 30 anos associados ao tabagismo e a doença de Raynald, e oclusões arteriais crônicos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ÚLCERA ARTERIAL</strong></p>
<p>A úlcera arterial é resultante da hipóxia tecidual causada pelo inadequado suprimento sanguíneo que pode ser causado por oclusão arterial aguda, como a tromboangeíte obliterante (doença de Buerger) mais comum no sexo masculino com idade entre 20 e 30 anos associados ao tabagismo e a doença de Raynald, e oclusões arteriais crônicos como a arteriosclerose e a aterosclerose obliterante, mais comum no sexo masculino com idade acima de 50 anos.</p>
<p>O diagnóstico é realizado através de testes vasculares não invasivos como Doppler, e testes vasculares por imagem como RX simples e arteriografia.</p>
<p>A avaliação do paciente é feita através de coleta do histórico em relação ao tempo de lesão, tipo de trauma, doenças associadas, fatores comportamentais e tipo de terapia tópica usada.</p>
<p>No exame físico será evidenciado dor intensa em repouso, claudicação intermitente (ciclo exercício-dor-repouso-alívio), edema de estase, pulsos pediais diminuídos ou ausentes; pés frios e pálidos quando elevados e vinhosos em declive, pele brilhante, tensa, fria com queda de pelos; unhas grossas e opacas. Será necessário a realização da verificação do índice de pressão do tornozelo e a classificação de Fontaine.</p>
<p><strong>CLASSIFICAÇÃO DE FONTAINE</strong></p>
<p>Classificação da Instalação da Úlcera Arterial (de acordo com o grau de gravidade)</p>
<p>Estádio 1: Assintomático (moléstia atípica)</p>
<p>Estádio 2: Claudicação intermitente</p>
<p>Estádio 3: Dor em repouso</p>
<p>Estádio 4: Ulceração e/ou Gangrena</p>
<p>As úlceras arteriais são profundas, tem pouco exsudato, pouca granulação, não sangram, tem demarcação de cor branca – rosácea, localizam-se nos dedos, pés, calcâneos ou região lateral da perna e tem presença de necrose.</p>
<p>O tratamento do paciente portador de úlcera arterial terá por objetivo diminuir os sintomas da isquemia e prevenir a perda do membro afetado. A perfusão tecidual poderá melhorar com o aquecimento dos membros, repouso com cabeceira elevada e realização de exercícios suaves. A remoção do tecido necrótico deverá ser realizada sob avaliação criteriosa, levando em conta o tipo de tratamento e prognóstico instituído. Todos os cuidados devem ser adotados para a prevenção da  infecção do local, pois, na sua ocorrência, o tratamento será difícil. O tratamento tópico de escolha dependerá das características da ferida podendo-se utilizar hidrocoloides, hidrogel, espuma ou filme transparente.</p>
<p>Para profilaxia da úlcera arterial deve-se orientar o paciente a aquecer os membros inferiores, realizar inspeção diariamente dos pés, evitar traumas mecânicos e térmicos, usar calçados macios, eliminar fatores agravantes, adequação da dieta, realização de exercícios suaves e abolição do fumo.</p>
<p><strong>ÚLCERAS MISTAS</strong></p>
<p>As úlceras mistas apresentam componentes arteriais e venosos, sendo necessário a definição do fator predisponente para intervenção adequada e a maneira mais indicada de fazê-lo é através de exames como o Doppler para avaliação dos membros inferiores.</p>
<p>Se o fator principal for venoso durante o dia se indicará compressão moderada e à noite, a elevação do membro provoca dor, então deve-se retirar a compressão.</p>
<p>Se o fator principal for arterial, será indicado exercícios e curtos períodos de elevação dos membros.</p>
<p>Em ambos casos, se a cicatrização for lenta será necessário a avaliação de um cirurgião vascular.</p>
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		<title>Cuidados na Prevenção e Tratamento de Feridas &#8211; Parte 08</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 22:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[feridas]]></category>
		<category><![CDATA[lesão]]></category>

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		<description><![CDATA[Úlceras Vasculogênicas são lesões crônicas que ocorrem na parte inferior das pernas e pés, particularmente de origem vascular. Elas se dividem em úlceras arteriais, venosas e mista (arterial e venosa). Úlcera Venosa A insuficiência venosa crônica é responsável por 70% das ulcerações dos membros inferiores. É derivada do aumento da pressão intravenosa devido a deficiência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Úlceras Vasculogênicas</strong></p>
<p>são lesões crônicas que ocorrem na parte inferior das pernas e pés, particularmente de origem vascular. Elas se dividem em <em>úlceras arteriais, venosas e mista</em> (arterial e venosa).</p>
<p><strong>Úlcera Venosa</strong></p>
<p>A insuficiência venosa crônica é responsável por 70% das ulcerações dos membros inferiores. É derivada do aumento da pressão intravenosa devido a deficiência das válvulas existentes nas paredes das veias das pernas, com isso ocorre refluxo sanguíneo para as extremidades dos membros inferiores. O aumento da pressão intravascular leva ao aumento da permeabilidade vascular com extravasamento de hemácias e fibrinogênio. Ao sair dos vasos as hemácias são quebradas e liberam hemossiderina, dando a coloração marrom ao local acometido. Os fibrinogênios depositam-se ao redor dos vasos, formando os “cuffs de fibrina”, enrijecendo-os e aumentando ainda mais a pressão intravenosa e extravasamento líquido e componentes sanguíneos. Todo edema associado a fibrose dos tecidos subjacentes com fragilidade cutânea e coloração amarronzada da pele, denomina-se lipodermatoesclerose.</p>
<p>Outra teoria fisiopatológica venosa diz respeito ao acúmulo de leucócitos intravasculares que poderiam provocar lesões na camada íntima das veias, propiciando a formação de trombose, que alteraria o fluxo venoso, provocando edema e, por consequência, as mesmas alterações já citadas. Nessa situação distrófica da pele bastam pequenos traumas locais para originar a úlcera venosa, ou de estase.</p>
<p>Tem-se que atentar para alguns fatores de risco que levam à insuficiência vascular quais sejam: tromboflebite; TVP; síndrome pós-flebítica; insuficiência valvar; gravidez; estado nutricional; doenças reumáticas; paraplegia; trauma; idade e história prévia de úlcera venosa.</p>
<p>A avaliação do paciente deve ser efetuada como um todo, iniciando-se pela anamnese, exame físico geral e avaliação da ferida (localização, extensão, profundidade, infecção, etc). Para determinação do tipo de acometimento vascular será necessário alguns exames como o índice de pressão do tornozelo (normal: 0,9 mmHg), ecodopplerscan e flebografia.</p>
<p>No exame físico específico dos membros inferiores estarão presentes os seguintes achados clínicos: lipodermatoesclerose, edema; dor apenas quando houver infecção local ou aumento importante da ulceração, pulso pedial presente: localização em proeminências ósseas e áreas susceptíveis a traumas; sinais de úlceras cicatrizadas; pele fina e seca.</p>
<p>O tratamento do paciente portador da úlcera venosa deverá seguir os seguintes princípios: melhorar o retorno venoso e tratamento da úlcera propriamente dita.</p>
<p>Para melhorar o retorno venoso poderá se utilizar dos seguintes artifícios:</p>
<ul>
<li>Exercícios para ativação da bomba muscular.</li>
<li>Compressão graduada maior no tornozelo que na panturrilha, 	podendo-se utilizar bandagens ou meias calças elásticas que 	deverão ser aplicadas com o paciente deitado. Thomas (1990) 	classificou as bandagens de compressão como <strong>leve</strong> (14-17 	mmHg), <strong>moderada</strong> (18-24 mmHg), <strong>alta</strong> (25-35 mmHg) e 	<strong>extra alta</strong> (60 mmHg), sendo que a compressão indicada para 	úlcera venosa é de 40 mmHg, devendo-se variar de acordo com o grau 	de edema do membro. Outro tipo é a compressão pneumática que é 	realizada em sessões de 1 a 2 vezes ao dia por até 1 hora, atuando 	como drenagem linfática, reduzindo assim o tempo de cicatrização.</li>
<li>Elevação dos MMII para que a gravidade auxilie no retorno venoso e 	diminua o edema. Para tanto pode-se elevar os pés da cama.</li>
</ul>
<p>No tratamento da úlcera venosa será necessário a utilização de antibioticoterapia sistêmica sempre que se identificar foco infeccioso; limpeza adequada ao tipo de tecido e de exsudato encontrado no leito da lesão, debridamento sempre que necessário; as bandagens com pomada (Bota de Unna) também são indicadas e, a eleição do curativo ideal. Não se pode esquecer da hidratação da pele peri-ferida, atentando para alergias pois estes pacientes são mais susceptíveis. Com adesão do paciente a todo este tratamento suas condições melhorarão e com isso também sua auto-estima se elevará.</p>
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		<title>O Conto da Gripe Suína</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 15:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>

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		<description><![CDATA[Tirei daqui, ó: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/747637-o-conto-da-vacina-suina.shtml O conto da vacina suína O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1). É o que está fazendo o Conselho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tirei daqui, ó: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/747637-o-conto-da-vacina-suina.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/747637-o-conto-da-vacina-suina.shtml</a></p>
<h1>O conto da vacina suína<!--/TITULO--></h1>
<p><!--TEXTO--></p>
<div><!--PRINT:EXCLUDE--><!--ADS_180x150--> <!--/ADS_180x150--><!--/PRINT:EXCLUDE-->O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da  bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação  do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada  pelo vírus influenza A (H1N1).</p>
<p>É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o  Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as  autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um <a href="http://assembly.coe.int/CommitteeDocs/2010/20100604_H1N1pandemic_e.pdf" target="_blank">relatório</a> devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no  enfrentamento da nova gripe.</p>
<p>A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar  corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos  parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina  antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de  brasileiros, 37% da população.</p>
<p>Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1.  Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados)  que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de  pandemia pela OMS &#8211;exatamente um ano atrás&#8211; lançou o mundo numa  espiral de previsões alarmistas.</p>
<p>Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam  as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No  mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de  ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.</p>
<p>O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores  do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses:  1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção  de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo  tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.</p>
<p><strong>França X Polônia</strong></p>
<p>Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em  cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de  mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.</p>
<p>O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da  vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à  da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses,  que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?</p>
<p>Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o  documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar  um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para  comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante  das condições leoninas dos fabricantes.</p>
<p>Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo,  ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos  colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de  vacinas para a gripe sazonal.</p>
<p>A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou  só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo  de validade vai só até o final do ano.</p>
<p><strong>O papelão da OMS</strong></p>
<p>Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o <a href="http://www.bmj.com/cgi/content/full/340/jun03_4/c2912" target="_blank">&#8220;British  Medical Journal&#8221;</a> está o papel desempenhado pela OMS na propagação do  alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição  de &#8220;pandemia&#8221; para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de  interesse de especialistas aos quais recorreu.</p>
<p>No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de  interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas  tinham contratos &#8220;dormentes&#8221; com vários governos, prevendo garantia de  compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.</p>
<p>Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente  em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de  2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se  declarar uma pandemia.</p>
<p>A definição antiga rezava: &#8220;Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre  quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana  não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes  de mortes e doentes&#8221;</p>
<p>A nova definição, adotada no texto &#8220;Prontidão e Resposta à Influenza  Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS&#8221;, passou a dizer: &#8220;Uma  pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza  pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a  população humana não tem imunidade&#8230; Pandemias podem ser suaves ou  graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia&#8221;.</p>
<p>Especialistas ouvidos pelo periódico médico &#8220;BMJ&#8221; disseram que a gripe  suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os  números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o  passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.</p>
<p>&#8220;O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil,  mas sim que a incerteza não foi divulgada&#8221;, ponderou Gerd Gigerenzer ao  &#8220;BMJ&#8221;. &#8220;Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos  prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da  vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a  estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1  ou 2 pessoas em mil eram infectadas.&#8221;</p>
<p><strong>US$ 10 bilhões de lucro</strong></p>
<p>Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho  da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões  em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o  H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na  decisão de declarar a pandemia.</p>
<p>A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda  de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje  em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.</p>
<p>O &#8220;BMJ&#8221; confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por  meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade  Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no  passado ter recebido honorários por palestras da empresa  GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que  os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de  comprimidos.</p>
<p>A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão  de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a  preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a  definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a  necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a  &#8220;teorias de conspiração&#8221;.</p>
<p>Uma reação &#8220;decepcionante&#8221;, vaticinou o &#8220;BMJ&#8221; num <a href="http://www.bmj.com/cgi/content/full/340/jun03_4/c2947" target="_blank">editorial</a>.  Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso  se dignasse investigar sua conduta?</p>
</div>
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		<item>
		<title>Você tem TOC?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 08:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[TOC]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno obsessivo-compulsivo]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é TOC? O TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) é um transtorno psiquiátrico que se caracterizam pela presença de pensamentos, dúvidas, imagens ou impulsos desagradáveis e difíceis de afastar (obsessões) e por comportamentos repetitivos (compulsões e rituais) que são realizados em reposta ao sofrimento resultante das obsessões ou de acordo com regras rígidas. Quais os sintomas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é TOC?</strong></p>
<p>O TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) é um transtorno psiquiátrico que se caracterizam pela presença de pensamentos, dúvidas, imagens ou impulsos desagradáveis e difíceis de afastar (obsessões) e por comportamentos repetitivos (compulsões e rituais) que são realizados em reposta ao sofrimento resultante das obsessões ou de acordo com regras rígidas.</p>
<p><strong>Quais os sintomas do TOC?</strong></p>
<p>Os sintomas do TOC são muitos, mas tendem a se agrupar em alguns tipos mais gerais, incluindo:</p>
<p>- Obsessões com conteúdos agressivos, religiosos e sexuais e compulsões de checagem;</p>
<p>- Obsessões de simetria e compulsões de ordenação, contagem e repetição dos rituais;</p>
<p>- Obsessões de contaminação e compulsões de lavagem ou limpeza;</p>
<p>- Obsessões e compulsões de acumulação (“colecionismo”).</p>
<p>Muitas pessoas tem sintomas obsessivo-compulsivos que, no entanto, não tomam seu tempo, não resultam em sofrimento e não atrapalham o seu funcionamento diário. Estas pessoas não sofrem de TOC. Acredita-se que somente em 2 a 2,5% da população em geral os sintomas descritos acima alcancem gravidade suficiente a ponto de merecer o diagnóstico de TOC.</p>
<p><strong>Quais são as causas do TOC?</strong></p>
<p>Ainda não se sabe exatamente. No entanto, suspeita-se que o TOC seja causado tanto por fatores inatos quanto por eventos ambientais. Por exemplo, sabe-se que até 30% dos pacientes com TOC apresentam histórico familiar de sintomas obsessivo-compulsivos, sugerindo que, às vezes, o TOC pode ser em parte uma doença herdada.</p>
<p>Em contrapartida, em pacientes sem história familiar de TOC, fatores ambientais (como acontecimentos traumáticos ou infecções de garganta) podem ter um papel mais importante.</p>
<p>De qualquer forma, acredita-se que estes fatores biológicos e psicológicos levam a um desequilíbrio químico de alguns circuitos cerebrais, chamados cortico-estriato-tálamo-corticais. Estes circuitos conectam a superfície (ou córtex) dos lobos frontais ao estriado (estrutura cerebral localizada abaixo do córtex) e tálamo (estrutura cerebral mais profunda e central) e daí de volta ao córtex frontal. O uso de medicamentos que aumentam o nível de serotonina na sinapse (espaço de comunicação entre os neurônios) resulta no reequilíbrio (diminuição) da atividade destes circuitos e melhora dos sintomas obsessivo-compulsivos. O mesmo efeito ocorre com tratamento psicoterápico (não medicamentoso) adequado.</p>
<p><strong>Quais doenças que podem ser confundidas com o TOC?</strong></p>
<p>Existe uma série de transtornos psiquiátricos que se assemelham muito ao TOC e por isso são chamados de transtornos do espectro obsessivo-compulsivo. Muitas vezes, esses transtornos são tratados de forma semelhante ao TOC. O maior exemplo deste grupo é o <strong>transtorno dismórfico corporal</strong> (o ‘sofrimento da feiúra imaginária’), onde o paciente se queixa de uma deformidade física e apresenta vários comportamentos compulsivos, como checar sua suposta deformidade no espelho e buscar, repetidamente, confirmação de amigos e familiares quanto à inexistência de uma anormalidade física.</p>
<p>Frequentemente, as pessoas se referem a indivíduos que abusam de álcool ou drogas, que comem muito, que tem problemas com jogo, ou outros comportamentos excessivos, como “compulsivos”. No entanto, os comportamentos apresentados por estes indivíduos são mais “impulsivos” e não indicam a presença de TOC.</p>
<p>Enquanto os comportamentos de pacientes com TOC reduzem, transitoriamente, a ansiedade e o sofrimento, os comportamentos de pacientes com abuso de álcool, drogas ou jogo são realizados, ao menos no início da doença, para a obtenção de prazer. Nada impede, no entanto, que pacientes com TOC propriamente dito também desenvolvam alguns comportamentos.</p>
<p>Pacientes com depressão, assim como pacientes com TOC, se queixam de pensamentos repetitivos e desagradáveis. No entanto, na depressão estes pensamentos geralmente consistem em ruminações auto acusatórias e não em pensamentos tipicamente obsessivos. Embora sejam dois transtornos psiquiátricos diferentes, até dois terços dos pacientes com TOC apresentam um episódio de depressão ao longo da vida.</p>
<p>A esquizofrenia é uma doença psiquiátrica grave e crônica, na qual o indivíduo costuma perder o contato com a realidade e não reconhecer a irracionalidade de seus sintomas, como delírios, alucinações e isolamento social. Ao contrário, pacientes com TOC geralmente apresentam boa crítica em relação aos seus pensamentos e rituais, e tentam resistir a eles.</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico de TOC?</strong></p>
<p>O diagnóstico só pode ser feito por um médico, preferencialmente psiquiatra. O diagnóstico envolve a coleta cuidadosa da história clínica do paciente e o exame de seu estado mental.</p>
<p>Caso suspeite de alguma outra causa médica para os sintomas, o médico pode solicitar alguns exames (como exames de sangue, tomografia ou ressonância magnética do crânio). No entanto, na grande maioria dos casos de TOC, esses exames complementares não são necessários.</p>
<div><a href="http://www.flickr.com/photos/30406502@N00/3790706881"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3590/3790706881_1698bc7705.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Obsessão</p></div>
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		<title>Açúcar perigoso ao cérebro</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 16:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>

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		<description><![CDATA[AÇÚCAR PERIGOSO AO CÉREBRO Agência FAPESP – Um fenômeno considerado saudável para as células, o acúmulo de açúcar – que os tecidos usam como reservas energéticas –, acaba de se mostrar ruim para os neurônios e pode explicar a origem de diversas doenças degenerativas. A afirmação é de um estudo publicado por um grupo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>AÇÚCAR PERIGOSO AO CÉREBRO</h3>
<p><strong>Agência FAPESP</strong> – Um fenômeno considerado saudável para as células, o acúmulo de açúcar – que os tecidos usam como reservas energéticas –, acaba de se mostrar ruim para os neurônios e pode explicar a origem de diversas doenças degenerativas.</p>
<p>A afirmação é de um estudo publicado por um grupo de cientistas espanhóis na edição deste domingo (21/10) da revista Nature Neuroscience. O acúmulo ocorre na forma de glicogênio, polissacarídeo formado a partir de moléculas de glicose e utilizado como reserva energética.</p>
<p>A descoberta vem de estudo feito pelo grupo espanhol da doença de Lafora, uma desordem rara, irreversível e sem cura, caracterizada pelo aparecimento precoce de crises epilépticas. Com início na adolescência, a doença é marcada pela degeneração progressiva que reduz o paciente a um estado vegetativo em um período médio de dez anos.</p>
<p>A doença, que leva o nome do neuropatologista espanhol Gonzalo Rodriguez Lafora (1887-1971), é herdada dos pais, que carregam mutações em um ou outro dos genes associados com a patologia. Esses genes são conhecidos como laforina e malina. A doença também é caracterizada pelo acúmulo de formações anormais em neurônios, chamados de corpos de Lafora.</p>
<p>O estudo descreve as funções da laforina e da malina, explica a origem dos corpos de Lafora e identifica como ocorre o processo neurodegenerativo da doença.</p>
<p>“Observamos que esses dois genes atuam em conjunto como guardiões dos níveis de glicogênio em neurônios e são estimulados pela degradação das proteínas responsáveis pelo acúmulo de glicose. Em uma situação na qual um dos genes deixa de funcionar, essas proteínas não são degradadas, o glicogênio se acumula e, conseqüentemente, os neurônios se deterioram e ocorre o suicídio celular programado (a apoptose)”, explicou Joan J. Guinovart, diretora do Instituto de Pesquisa em Biomedicina e da Universidade de Barcelona.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, as conclusões do estudo ajudam a aumentar a expectativa de que estratégias eficientes para tratar a doença de Lafora possam ser encontradas. Um possível caminho, segundo eles, seria identificar uma molécula capaz de inibir a síntese de glicogênio em neurônios.</p>
<p>Entender melhor os mecanismos que estimulam e bloqueiam a produção de glicogênio também teria um grande impacto no estudo de outras doenças neurológicas e degenerativas. “Queremos ampliar os resultados do estudo para outras patologias nas quais o glicogênio está presente em neurônios, uma vez que nossos resultados sugerem que essa molécula é parte do problema”, disse Joan.</p>
<p>O artigo Mechanism suppressing glycogen synthesis in neurons and its demise in progressive myoclonus epilepsy, de Joan J. Guinovart e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Neuroscience em <a href="http://www.nature.com/neuro" target="_blank">www.nature.com/neuro</a>.</p>
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		<title>Remédio pra quê???</title>
		<link>http://desconstruindo.com.br/remedio-pra-que/</link>
		<comments>http://desconstruindo.com.br/remedio-pra-que/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 13:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia, eu estava com a esposa fazendo umas compras no mercado municipal daqui de Aracaju quando me deparo com uma banca, dentro do mercado, onde se vendiam ervas. Isto não é coisa do outro mundo, visto que grande número de pessoas faz uso habitual de ervas no seu dia a dia para tratar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia, eu estava com a esposa fazendo umas compras no mercado municipal daqui de Aracaju quando me deparo com uma banca, dentro do mercado, onde se vendiam ervas. Isto não é coisa do outro mundo, visto que grande número de pessoas faz uso habitual de ervas no seu dia a dia para tratar os mais diversos tipos de moléstias.</p>
<p>A surpresa foi ver os saquinhos prontos, já com o seu conjunto de ervas dentro, com os seguintes rótulos:</p>
<p><a title="moto_0117 por Alessandro Zamboti, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/11624695@N03/3585792840/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2469/3585792840_89cc6a70e8.jpg" alt="moto_0117" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Ou então este:<br />
<a title="moto_0116 por Alessandro Zamboti, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/11624695@N03/3585792832/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3388/3585792832_2eda802b18.jpg" alt="moto_0116" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Ou este:<br />
<a title="moto_0115 por Alessandro Zamboti, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/11624695@N03/3585792812/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3379/3585792812_e14ba53842.jpg" alt="moto_0115" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Ou este aqui:<br />
<a title="moto_0114 por Alessandro Zamboti, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/11624695@N03/3585792804/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2461/3585792804_b038df2294.jpg" alt="moto_0114" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Não tenho nada contra o uso de ervas, bem pelo contrário, sou um grande defensor no uso das mesmas, desde que a pessoa saiba o que ela esta usando e para que serve.</p>
<p>Reparem que tem erva pra tudo, desde Nefrite (inflamação nos rins), DST (doenças sexualmente transmissíveis) diversas, TPM, até algumas com uso indefinido, como a Joelho e Femur.</p>
<p>Se todas funcionarem, como a vendedora teimou em me garantir que sim, inclusive citando casos que ela sabia, para que gastar dinheiro na farmácia, com remédios caros, que levaram anos sendo desenvolvidos e testados até terem certeza que resolveria o problema para o qual estavam sendo desenvolvidos?</p>
<p>O que vocês acham disso?</p>
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		<title>Anemias</title>
		<link>http://desconstruindo.com.br/anemias/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 13:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[anemias]]></category>

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		<description><![CDATA[Anemia é sempre um sinal de que há alguma coisa errada. Indica que o sangue tem bem menos células vermelhas – eritrócitos – e esta deficiente em hemoglobina, o pigmento que transporta oxigênio. Isso afeta o organismo inteiro, debilitando todos os sistemas. Existem cerca de 100 variedades de anemias, mas as causas se resumem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Anemia é sempre um sinal de que há alguma coisa errada. Indica que o sangue tem bem menos células vermelhas – <strong>eritrócitos</strong> – e esta deficiente em hemoglobina, o pigmento que transporta oxigênio. Isso afeta o organismo inteiro, debilitando todos os sistemas.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Existem cerca de 100 variedades de anemias, mas as causas se resumem a três.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="anemia por formatina, no Flickr" href="http://farm1.static.flickr.com/147/329651886_b07a0c0c30.jpg"><img class="aligncenter" src="http://farm1.static.flickr.com/147/329651886_b07a0c0c30.jpg" alt="anemia" width="338" height="450" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A <strong>primeira</strong> é a perca de sangue aguda ou crônica, comum quando há <strong>verminoses intestinais</strong>, já que os parasitas perfuram constantemente o revestimento interno do intestino e de outros órgãos para se agarrar e/ou alimentar de sangue, e quando mudam de lugar deixam pequenas hemorragias acontecendo.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><span> </span>A <strong>segunda</strong> causa de anemia é um <strong>aumento da destruição de células vermelhas</strong>.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A <strong>terceira </strong>causa é a <strong>redução da produção de células vermelhas</strong>, por uma das seguintes causas: deficiência de um ou mais nutrientes (sobretudo vitamina B12, ácido fólico e ferro, que são necessários para a síntese das células vermelhas, e que os vermes adoram); desordens na medula óssea; deficiência de certos hormônios; inibição da formação das células devido a certas drogas, ou devido a toxinas produzidas por doença – particularmente infecção crônica, câncer generalizado e falência renal.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Na anemia o sangue leva muito pouco oxigênio aos tecidos, o que estimula o pulmão a aumentar a taxa respiratória para colher mais oxigênio, e o coração a pulsar mais para aumentar o volume de sangue circulante (o que faz com que seu tamanho também aumente).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A aceleração do fluxo de sangue costuma provocar dor de cabeça. Sintomas de deficiência de oxigênio nos tecidos incluem latejamento nos ouvidos, tontura, desmaios e respiração curta. Psicoses e alucinações podem ocorrer quando as deficiências do sangue reduzem a oxigenação do cérebro.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Parasitas competem com o hospedeiro por nutrientes importantes para o sangue, como ferro e vitamina B12, entre outros.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">No começo isso faz a pessoa ter mais fome, depois o organismo não faz força nem para comer. Outro sintoma característico é a perversão do paladar – os anêmicos lambem cal, comem papel e terra; antigamente as feiras do nordeste vendiam tabletes de barro para satisfazer esses apetites.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Anemia ferropriva</strong>, ou <strong>deficiência de ferro</strong>, é a mais comum. O ferro vem da alimentação e é absorvido no intestino. Um adulto precisa de menos de 4 gramas de ferro em circulação, e deve repor entre 10 e 15 mg por dia. A deficiência ocorrer quando não há ferro suficiente na comida, ou não há boa absorção pelos intestinos, ou há perda anormal de sangue – em parasitoses intestinais, mulheres com menstruações hemorrágicas e homens com úlcera péptica, por exemplo. Os sintomas são: língua lisa, unhas fracas e quebradiças, cabelo sem brilho. Trata-se facilmente com sulfato ferroso.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><strong>Anemia perniciosa</strong> tem esse nome porque <strong>se desenvolve lentamente</strong>, como resultado de uma deficiência de vitamina B12 – que é vermelha e se encontra em animais, mas não em vegetais.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A deficiência de B12 é mais comum em vegetarianos mal nutridos. Em pessoas parasitadas pelo <strong><em>Diphlobothrium latum</em></strong> (parasita de peixes), nas que sofrem de má absorção no intestino delgado e nas que tem divertículos intestinais ou obstruções parciais onde haja pouca oferta de B12 para muita demanda de vermes e/ou bactérias.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Os sintomas da anemia perniciosa incluem fraqueza, palidez de cera, língua lisa e brilhante, distúrbios gastrintestinais e problemas neurológicos. Pode atingir um ponto muito grave antes de ser diagnosticada, porque vai aumentando com o tempo. Se houver danos neurológicos, serão irreversíveis; se não for tratada, mata.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A tolerância de cada pessoa à anemia varia muito, e depende em parte da velocidade com que ela se desenvolve. Se for lentamente, a pessoa pode resistir a estágios graves de anemia com pouca ou nenhuma queixa, enquanto a anemia galopante provoca sintomas fortes e pode ser fatal.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">O tratamento depende do diagnóstico. Vai detectar e remover fatores tóxicos, suprir os nutrientes faltantes, impedir a destruição das células vermelhas e às vezes restaurar o volume de sangue com transfusões.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Fonte: livre adaptação, com consentimento da autora, do livro &#8220;<strong>Almanaque dos bichos que dão em gente</strong>&#8221; da Sônia Hirsh.</em></p>
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		<item>
		<title>Anti-inflamatórios: Inimigos do Estômago?</title>
		<link>http://desconstruindo.com.br/anti-inflamatorios-inimigos-do-estomago/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 13:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anti-inflamatórios]]></category>
		<category><![CDATA[antiinflamatórios]]></category>
		<category><![CDATA[estômago]]></category>

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		<description><![CDATA[Os processos inflamatórios são, sem dúvida, problemas bastante comuns em nosso dia a dia. E, por essa ocorrência frequente, medicamentos anti-inflamatórios são muito utilizados. Mas fique atento, pois eles podem agredir o seu estômago. Saiba como se proteger, para não fazer do seu anti-inflamatório um inimigo de sua saúde. Um dado alarmante Os números não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os processos inflamatórios são, sem dúvida, problemas bastante comuns em nosso dia a dia. E, por essa ocorrência frequente, medicamentos anti-inflamatórios são muito utilizados. Mas fique atento, pois eles podem agredir o seu estômago. Saiba como se proteger, para não fazer do seu anti-inflamatório um inimigo de sua saúde.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Daily, Morning Doses por cobalt123, no Flickr" href="http://farm3.static.flickr.com/2449/3561556317_376072d02f.jpg"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2449/3561556317_376072d02f.jpg" alt="Daily, Morning Doses" width="400" height="291" /></a></p>
<p><strong>Um dado alarmante</strong><br />
Os números não mentem e destacam o crescimento do consumo de anti-inflamatórios, sem prescrição médica, não somente para doenças específicas, como artrite reumatóide ou osteoartrite, mas também para muitas outras, como fenômenos dolorosos em geral, incluindo as dores de cabeça, gripes e cólicas menstruais. É certo que os anti-inflamatórios chamados de <strong>não esteróides (AINEs)</strong>, são muito utilizados por grande parte da população, principalmente por apresentarem boa resposta contra e a febre. Em todo mundo, o consumo anual já chega a 40 bilhões de comprimidos à base de ácido acetilsalicílico (Aspirina). Somente nos Estados Unidos são consumidos por dia cerca de 80 milhões de comprimidos de aspirina (45 toneladas). Aproximadamente 20% dos usuários de anti-inflamatórios tem algum tipo de sintoma gástrico, como por exemplo, dor de estômago ou azia e em 10% estes sintomas são tão intensos que levam a interrupção do tratamento.</p>
<p><strong>O que um anti-inflamatório (AINEs) pode causar de mal no organismo?</strong><br />
O uso desses medicamentos pode proporcionar no aparelho digestivo o aparecimento de dor epigástrica, azia, desconforto abdominal, além de complicações como gastrite e úlcera.</p>
<p><strong>As ações lesivas dos AINEs ao organismo atingem outros órgãos?</strong><br />
Infelizmente, as ações lesivas dos AINEs sobre o trato gastrointestinal não se limitam apenas ao estomago e ao duodeno, mas incluem, também, o esôfago, intestino delgado e cólon. Além do mais podem causar problemas renais e cardíacos.</p>
<p><strong>O uso de anti-inflamatórios (AINEs) aumenta as chances de complicações de doenças?</strong><br />
Sim, no caso da úlcera péptica pode haver um aumento significativo de 3 a 5 vezes na sua incidência com o uso de AINEs. Cerca de 50% das complicações da doença ocorre silenciosamente, sendo frequente o aparecimento de hemorragia ou perfuração, como primeiro sinal.<br />
O risco de possíveis complicações é maior se a pessoa tiver mais de 65 anos de idade ou se já teve uma úlcera no passado.</p>
<p><strong>Quais os anti-inflamatórios não esteróides mais comuns?</strong><br />
Alguns exemplos de anti-inflamatórios não esteróides mais comuns: ácido acetilsalicílico (AAS, Aspirina), diclofenaco, nimesulida, meloxicam, piroxicam, celecoxib e ibuprafen. Anti-inflamatórios como o celecoxib e o lumiracoxib são bem menos agressivos para o aparelho digestivo, mas podem causar complicações renais e cardíacas.</p>
<p><strong>Por que os AINEs agridem o tubo digestivo?</strong><br />
Porque há uma diminuição de substâncias que participam da defesa da mucosa do estomago e duodeno contra agentes agressivos, denominados prostaglandinas. São as prostaglandinas que favorecem a produção de muco e bicarbonato na mucosa gastroduodenal. Com as defesas diminuídas, o tubo digestivo fica vulnerável à ação do ácido clorídrico e da pepsina (substâncias produzidas pelo estomago para auxiliar na digestão dos alimentos), que agem agressivamente, provocando lesões como gastrite e úlcera.</p>
<p><strong>Como tratar de pacientes que têm úlcera e também uma inflamação?</strong><br />
O ideal seria interromper o uso de AINEs para o tratamento da úlcera, mas nem sempre isso é possível. Na prática, se o uso deste tipo de medicamento for indispensável, pode-se continuar utilizando anti-inflamatórios, associados a medicamentos que diminuem a acidez gástrica, capazes de proteger o estomago da agressão.<br />
Para pacientes com úlceras que necessitem utilizar anti-inflamatórios continuamente, é preciso tomar o máximo cuidado na avaliação do processo inflamatório. Assim, conclui-se que, utilizados de maneira incorreta, os anti-inflamatórios podem tornar-se inimigos de seu estomago e duodeno. Uma vez mais é preciso lembrar que se você tem mais de 65 anos ou se já teve (ou tem) uma úlcera, não utilize anti-inflamatórios sem consultar um médico.</p>
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		<title>Gripe Suína</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 13:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu pensando em escrever um artigo sobre a gripe suína que vem assombrando o mundo inteiro pela sua virulência e letalidade. Ao dar uma olhada nos feed do meu reader, eis que encontro alguns excelentes artigos publicados por outros blogueiros, que trazem ótimas informações a respeito da gripe suína. Gripe Suína: como evitar, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="PORCO MAIALE por zakketty3000, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zak3000/1361015790/"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1353/1361015790_c7afe1235b.jpg" alt="PORCO MAIALE" width="500" height="346" /></a></p>
<p>Estava eu pensando em escrever um artigo sobre a gripe suína que vem assombrando o mundo inteiro pela sua virulência e letalidade. Ao dar uma olhada nos feed do meu reader, eis que encontro alguns excelentes artigos publicados por outros blogueiros, que trazem ótimas informações a respeito da gripe suína.</p>
<p><strong><a href="http://www.efetividade.net/2009/04/28/gripe-suina-como-evitar-sem-panico/">Gripe Suína: como evitar, sem pânico</a>, do Efetividade</strong></p>
<p><strong><a href="http://renatapinheiro.com/nao-tem-nenhum-porco-gripe-suina/">Não tem nenhum porco perto de onde eu moro. Estou livre da Gripe Suína?</a>, da Renata Pinheiro</strong></p>
<p><strong><a href="http://renatapinheiro.com/casos-suspeitos-de-gripe-suina-no-brasil/">Casos suspeitos de gripe suína no Brasil</a>, da Renata Pinheiro<br />
</strong></p>
<p>Mas como não podia deixar de ser, pare e analise se não vale a pena deixar de ser onívoro e passar a ser somente vegetariano: a Vaca tá louca, o frango e o porco estão com gripe. O que falta agora, o peixe ficar com diarréia?</p>
<p><img src="file:///C:/DOCUME~1/USUIRO~1/CONFIG~1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Tudo que você queria saber sobre Triglicérides</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 20:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[triglicerideos]]></category>
		<category><![CDATA[triglicérides]]></category>

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		<description><![CDATA[Os primeiros estudos que ligaram os triglicérides à doença aterosclerótica coronária datam da década de 60. Durante a década de 80 eles foram desprezados, mas nos anos 90 esse dado voltou a ser considerado um dos mais importantes fatores de risco. Assim, reconhece-se hoje que tanto as alterações do colesterol quanto as dos triglicérides desempenham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros estudos que ligaram os triglicérides à doença aterosclerótica coronária datam da década de 60. Durante a década de 80 eles foram desprezados, mas nos anos 90 esse dado voltou a ser considerado um dos mais importantes fatores de risco. Assim, reconhece-se hoje que tanto as alterações do colesterol quanto as dos triglicérides desempenham papel relevante no desenvolvimento da doença aterosclerótica.</p>
<p>As gorduras (lipídios) são substâncias essenciais à vida e têm muitas funções como fonte de energia armazenável. Elas provêm da nossa alimentação ou são fabricadas no organismo, principalmente no fígado. As duas gorduras mais importantes que circulam no sangue são o colesterol e os triglicérides. Atualmente, sabe-se que tanto o colesterol quanto os triglicérides são os fatores de risco mais importantes para a doença aterosclerótica das artérias coronárias.</p>
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<p class="MsoNormal"><strong>1 – O que são triglicérides?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Os triglicérides são gorduras transportadas n circulação sanguínea em partículas denominadas lipoproteínas, com outros tipos de gorduras e determinadas proteínas. As lipoproteínas mais ricas em triglicérides são os <em>quilomícrons</em> e as VLDL (sigla em inglês que significa “lipoproteínas de densidade muito baixa”). Os quilomícrons são as lipoproteínas que contêm gorduras provenientes da alimentação (são formadas nos intestinos); as VLDL são lipoproteínas fabricadas pelo fígado. Quando as VLDL perdem a maior parte dos seus triglicerídeos, mas mantém o colesterol, formam-se as chamadas LDL (sigla em inglês que significa “lipoproteínas de densidade baixa”).</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>2 – Quais são as principais fontes de triglicérides?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Os triglicérides vêm da alimentação, quando consumimos alimentos que contém gorduras, e também são produzidos pelo próprio organismo. O principal local de formação é o fígado.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>3 &#8211; Qual a função dos triglicérides?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Os triglicérides fornecem energia para o organismo. Isto pode ocorrer logo que são absorvidos da alimentação, após ser fabricados ou depois de ficar armazenados no tecido gorduroso por algum tempo.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>4 – Qual a importância dos triglicérides na determinação de problemas de saúde?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Como já foi dito, os triglicérides fornecem energia para o organismo, portanto, são essenciais à vida. Entretanto, quando estão em níveis altos no sangue, aumentam as chances de aparecimento de outros problemas: a pancreatite aguda, quando os níveis de triglicérides são muito altos (em geral acima de 1000 mg/dL), e a aterosclerose, que atinge a maioria das artérias do organismo. No caso das artérias coronárias, que alimentam o coração com sangue oxigenado e nutrientes, a aterosclerose pode se manifestar com o entupimento das artérias, causando a angina de peito, o infarto agudo do miocárdio ou até mesmo a morte súbita. Estes problemas de saúde desenvolvem-se mais frequentemente com níveis de triglicérides a partir de 150 mg/dL de sangue.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>5 – Por que os níveis de triglicérides no sangue ficam aumentados?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Por duas razões básicas:</p>
<ul style="margin-top: 0cm;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Pelas      alterações genéticas do metabolismo das lipoproteínas ricas em      triglicérides, dependendo, portanto, de alteração familiar herdada; e</li>
<li class="MsoNormal">Por outras      doenças que se acompanham secundariamente de aumento dos triglicérides,      como, por exemplo, o diabetes, a doença renal e o hipotireoidismo.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.4pt; text-indent: -35.4pt;"><strong>6 – Quais os sintomas do aumento do triglicérides?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O aumento dos triglicérides, assim como o aumento do colesterol, por si só, não causa sintomas perceptíveis a princípio, mas complicações mais tardias. Excepcionalmente, quando os triglicérides estão muito aumentados aparecem depósitos de gordura na pele, denominados <em>xantomas eruptivos</em>. Em geral, a alteração é descoberta pela dosagem dos triglicérides no sangue, num exame de sangue de rotina.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>7 – Quem deve ter seus triglicérides dosados?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A determinação do nível de triglicérides no sangue faz parte do perfil lipídico. Este perfil também inclui a determinação do colesterol total, do HDL-colesterol e do LDL-colesterol.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Em adultos, a determinação do perfil lipídico está indicada para todas as pessoas acima dos 20 anos de idade e para os portadores de aterosclerose, com ou sem manifestações clínicas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Para crianças e adolescentes (dos 2 aos 19 anos de idade) é indicada a determinação nas seguintes situações:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">- crianças portadoras de aterosclerose ou de outros fatores de risco para aterosclerose (exemplos: tabagismo, hipertensão arterial, diabetes, obesidade);</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">- dislipidemia diagnosticada em parentes de primeiro grau (pais ou irmãos);</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">- familiares com doença aterosclerótica precoce (abaixo de 55 anos para homens e de 65 anos para mulheres).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>8 – Quais os valores desejáveis de triglicérides?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Consideram-se como valores desejáveis aqueles abaixo de 150mg/dL. Acima deste valor já se considera o nível aumentado, justificando medidas terapêuticas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Nas crianças e adolescentes os valores são mais baixos, variando em torno de 100 a 130mg/dL.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>9 – Quais os cuidados para a dosagem dos triglicérides?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A pessoa deve ter seu sangue coletado pela manhã, após permanecer 12 horas em jejum. Se não for possível a dosagem em jejum, usam-se outros valores limites de normalidade, pois se sabe que após a alimentação os níveis de triglicérides são mais altos. Desta maneira, após a alimentação, os valores não devem, em indivíduos normais, ser muito mais altos (me geral, abaixo dos 400mg/dL). Se estiverem acima deste valor, provavelmente o nível médio após o jejum também estará alto. Sabe-se que os níveis de triglicérides dosados após a alimentação (lipemia pós-prandial) também se relaciona com o aparecimento da doença coronária. Assim, os indivíduos que tem lipemia pós-prandial mais alta tem maior tendência ao desenvolvimento de manifestações de doença coronária. Outras recomendações são: evitar a realização do exame em períodos de adoecimento, mesmo que com afecções leves (exemplo: gripes e resfriados), não fazer exercícios físicos no dia do exame e não ingerir bebidas alcoólicas desde a véspera do dia em que se vai coletar o sangue para o exame.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>10 – O que fazer diante de um exame alterado?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Inicialmente, recomenda-se a repetição do exame, sem nenhuma modificação alimentar, para confirmação do resultado. Se aceita como intervalo normal entre exames de triglicérides até 20% de variação. Acima desta diferença, sugere-se uma terceira determinação, empregando-se a média das duas que apresentarem valores mais próximos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>11 – Uma vez confirmada a alteração, qual deve ser o passo seguinte?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Como na presença de qualquer alteração das gorduras do sangue (dislipidemias), deve-se sempre procurar afastar a possibilidade de que ela seja decorrente de uma outra doença de base. No caso do triglicérides, a mis comum é o diabetes (principalmente o de tipo 2, também conhecido antigamente como diabetes do tipo adulto , pois, em geral, seu aparecimento se dá após os 40 anos de idade). Outras doenças possíveis de causar o aumento dos triglicérides são doenças dos rins, da tireóide, das glândulas suprarrenais e do fígado. Embora haja a possibilidade de que medicamentos utilizados para o tratamento da hipertensão arterial (diuréticos e betabloqueadores) possam aumentar os níveis de triglicérides, isto não é comum com pequenas doses desses medicamentos, atualmente mais empregadas. Uma vez diagnosticada uma doença de base, muitas vezes seu controle propicia melhora dos níveis dos triglicérides. Caso não seja diagnosticada doença que possa ser responsabilizada pelo aumento dos triglicérides, o paciente deve ser questionado sobre sua alimentação, na tentativa de encontrar-se algum erro alimentar que possa justificar a alteração. Alem disso, o inquérito alimentar proporciona dados sobre as preferências alimentares do paciente, o que tornará mais fácil a prescrição das recomendações alimentares a ser seguidas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>12 – Quais os passos que devem ser seguidos para tratamento da hipertrigliceridemia?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Devem-se observar, inicialmente, aspectos da dieta do paciente:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 51.05pt; text-align: justify; text-indent: -14.2pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span>-<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Quantidade de calorias da alimentação e perda de peso – a alimentação deve ser adequada às necessidades calóricas do indivíduo. Em geral, há necessidade da perda de peso, o que por si só já pode trazer a normalização dos níveis de triglicérides;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 51.05pt; text-align: justify; text-indent: -14.2pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span>-<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Quantidade e tipo de gordura da alimentação – além da quantidade total de gordura ingerida pelos pacientes, que deve ser restrita a menos de 30% do valor calórico total (na prática se recomenda a diminuição de todas as gorduras dos alimentos, bem como dos óleos empregados no seu preparo), deve-se observar qual o tipo de gordura empregada, uma vez que as gorduras saturadas (encontradas principalmente em alimentos de origem animal – carnes e derivados, leite e derivados, e também em certos vegetais, como a banha de coco e azeite de dendê) tendem a produzir aumento do colesterol sanguíneo;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 51.05pt; text-align: justify; text-indent: -14.2pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span>-<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Açucares e doces – outro grupo de alimentos que deve ser restrito é o dos açúcares e doces, uma vez que a sacarose estimula o fígado a fabricar os triglicérides;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 51.05pt; text-align: justify; text-indent: -14.2pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span>-<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Bebidas alcoólicas – muitos indivíduos tem seus triglicérides aumentados por causa do consumo regular de bebidas alcoólicas. Não importa se elas são destiladas ou fermentadas, e não são necessárias doses muito elevadas. Dependendo da sensibilidade de cada um, certos pacientes desenvolvem hipertrigliceridemias muitos intensas, mesmo com doses baixas de álcool, se este é ingerido regularmente. Note-se que, nessas situações, a correção dos níveis de triglicérides sanguíneos só é obtida com a parada total do consumo de álcool.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>13 – Qual o papel do exercício físico no tratamento da hipertrigliceridemia?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O exercício físico regular faz parte importante do tratamento dos pacientes com aumento dos triglicérides sanguíneos. Além de produzir diminuição destes, a atividade física regular pode também levar à diminuição do LDL-colesterol (particularmente quando é acompanhada de perda de peso) e, principalmente, ao aumento do HDL-colesterol. Salienta-se que a atividade física é importante coadjuvante no tratamento, mas sempre em associação com as medidas alimentares. Se os portadores de hipertrigliceridemia, quando controlados co cuidados alimentares e exercício regular, abandonam as medidas alimentares, ocorre rápida piora dos níveis sanguíneos dos triglicérides, que só melhoram novamente com a retomada dos cuidados alimentares. É importante também a correção de outros fatores de risco que possam estar presentes, com particular atenção para o fumo, uma vez que este, além de todos os malefícios inerentes ao tabaco, leva também à piora do perfil lipídico, com aumento dos triglicérides e do LDL-colesterol e diminuição do HDL-colesterol.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>14 – Qual o tempo que se deve esperar para repetir os exames após a correção alimentar e os exercícios físicos?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Embora a melhora dos níveis dos triglicérides possa ocorrer rapidamente, recomenda-se que o perfil lipídico seja repetido após dois a três meses depois que cada modificação terapêutica tenha sido introduzida. Uma vez estabilizado o quadro nos valores desejáveis, os exames podem ser repetidos a cada seis meses ou até anualmente. O mais importante é que essas medidas devem ser mantidas por toda a vida do paciente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>15 – O que fazer quando o tratamento com essas medidas citadas não propicia os resultados desejados?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Uma vez que o tratamento dietético e a atividade física regular não produzam os resultados esperados ou não sejam suficientes para corrigir o perfil lipídico, deve-se introduzir medicamentos específicos para a melhora dos triglicérides. Esses medicamentos são os fibratos , o ácido nicotínico, os óleos de peixe e as vastatinas. Devem sempre ser prescritos e receber acompanhamento contínuo pelo médico. É importante salientar que, quando há necessidade da introdução de um medicamento, o paciente não fica liberado de manter o controle adequado da alimentação e da atividade física, uma vez que o emprego dos medicamentos sem a manutenção da alimentação adequada faz com que os níveis de triglicérides dificilmente sejam adequadamente controlados.</p>
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		<title>Os Cinco Pilares da Saúde</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 13:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cinco pilares]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O que é Saúde? Como ter Saúde? Como vamos ser saudáveis se nem sabemos o que isso significa? Como tudo na vida, as respostas para essas perguntas não são simples, e variam de pessoa para pessoa. O que vou fazer é dar uma idéia do que esses conceitos significam para mim, o que significa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3335/3292991872_b1fda3cc1d_o.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p><strong>O que é Saúde? Como ter Saúde? Como vamos ser saudáveis se nem sabemos o que isso significa?</strong></p>
<p>Como tudo na vida, as respostas para essas perguntas não são simples, e variam de pessoa para pessoa. O que vou fazer é dar uma idéia do que esses conceitos significam para mim, o que significa que eles podem não se encaixar para você.</p>
<p>Para mim, Saúde é termos condições de sermos Felizes. Que simples não? Mas veja como esse conceito consegue englobar tudo o que precisamos saber sobre Saúde. Todos conhecemos pessoas realmente felizes. Mesmo que elas sejam seres humanos com suas fraquezas e defeitos estão sempre sorrindo e fazendo coisas que as deixam felizes. Por mais que em certos momentos tenham uma gripe, que precisem de óculos ou que estejam acamadas no fim dessa vida, elas são Felizes. Eu acredito que Saúde não é a ausência de Doença. Você pode até estar Doente, mas se você for realmente feliz você tem Saúde.<br />
Saúde seria então o POTENCIAL para sermos completamente e realmente FELIZES.</p>
<p>Agora, muitas vezes é o nosso próprio corpo que nos impede de sermos realmente felizes, muitas pessoas não conseguem ser feliz devido a dores, excesso de estresse ou incômodos em geral. Isso de maneira nenhuma é saúde, não importa o quão bom esteja seu colesterol ou sua pressão, se você não consegue se sentir feliz e satisfeito, desculpe, mas você não é saudável. Principalmente quando é o nosso próprio corpo que nos impede de sermos saudável, está na hora de rever nossas atitudes em relação a nossa Saúde. Pois acho que se o seu corpo estivr funcionando melhor suas chances de ter essa felicidade aumentam drasticamente.</p>
<p>A fórmula para ter um corpo com potencial de ser feliz, ou seja, um corpo que te permita ser Saudável é construído sobre apenas <strong>Cinco Pilares.</strong></p>
<p>“Como?” escuto vocês indignados, “vou ao médico e ele cada vez que me vê pede um monte de exames, me receita outro medicamento, ou troca àqueles que eu estava usando, e você diz que são só <strong>Cinco Pilares</strong>? Por que ele não me disse isso?”.</p>
<p>O que ocorre é uma diferença de posicionamento, para a maioria dos médicos, Saúde é a ausência de Doença. Assim sendo, eles vão fazer o máximo para “consertar” seu corpo cada vez que ele estiver doente.</p>
<p>Vou lhes dizer o que precisa ser feito para termos Saúde. Cinco Pilares, que aparecem em todo lugar, em todas as culturas, são as bases de todas as Medicinas Tradicionais, e estão conosco desde que o ser humano surgiu no planeta. Mesmo assim nós conseguimos nos preocupar mais com um exame de sangue do que com essa maneira de nos vermos perante a natureza, tentamos nos enganar sobre o que é SER um humano.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3539/3292170911_3f8d6a4d57_o.jpg" alt="" width="318" height="336" /></p>
<p>Os <strong>Cinco Pilares</strong> são: <strong>como comemos</strong>, <strong>como urinamos</strong>, <strong>como evacuamos</strong>, <strong>como dormimos</strong> e <strong>como respiramos</strong>. Simples não é? Vou explicar melhor.</p>
<p><strong>Como você come</strong>. A quantidade e qualidade de nutrientes, vitaminas e sais minerais deve ser ideal. A <a href="http://desconstruindo.com.br/?p=796">comida </a>deve ser o mais perto possível da natureza, com carnes, frutas e verduras frescas. Devemos comer o que a estação está nos mostrando, gosto, sabores, quente ou frio, tudo interfere na boa <a href="http://desconstruindo.com.br/?p=229">alimentação</a>.</p>
<p><strong>Como você urina</strong>. A urina deve ser mais para clara, da cor de chá bem fraco, evidenciando um aporte de água conforme as necessidades do corpo. Somos 80% água, precisamos de muita água para viver. A urina é o resultado de todos os processos químicos necessários a vida. Tudo desde a divisão de uma célula, até o esforço mental envolve resíduos que são tóxicos, e é na urina que esses tóxicos vão ser lavados do corpo. Falta ou excesso de água para essa limpeza irá aparecer como alterações na urina.</p>
<p><strong>Como você evacua</strong>. Todos devemos comer, absorver, e nada mais lógico, eliminar os alimentos que não aproveitamos. Todos os dias. Isso é, nossas fezes não devem passar mais tempo dentro de nós que o mínimo necessário.<br />
Poucas fezes mostram que estamos vivendo cronicamente com lixo no nosso corpo. No entanto, se fazemos demais isso é sinal que não estamos aproveitando tudo que os alimentos podem nos fornecer. Todos devemos fazer o intestino funcionar uma a duas vezes ao dia. Menos que uma vez ao dia não é bom e mais que duas também não serve.</p>
<p><strong>Como você dorme</strong>. O sono deve ser reparador, devemos dormir bem e quando acordamos devemos estar descansados e dispostos para o novo dia. O sono não deve ser interrompido, encurtado ou com sonhos muito agitados, não podemos dormir muito ou acordar e ficar com sono o dia ineiro. Sono é remédio, pouco não ajuda e demais pode até atrapalhar.</p>
<p><strong>Como você respira</strong>. Aqui entram hábitos de vida como o malefício do fumo, e a falta de exercícios. Quando foi a última vez que você se percebeu respirando? Se você faz parte da grande maioria das pessoas, você não pensa em respirar por dias a fio. Aí vai fazer um exercício ou outra atividade e só então faz uma respiração profunda o suficiente para reparar &#8220;opa, isso foi meu pulmão funcionando&#8221;. Exercício tem quantidade e qualidade certa de pessoa para pessoa. Caminhadas, natação, musculação bicicleta e outras invenções recentes são ótimas, mas não são as únicas formas de exercício. Exercícios milenares como Yoga, Tai-chi, Qi-gong, <a href="http://desconstruindo.com.br/?p=541">Meditação </a>e por aí afora, são métodos de fazer a pessoa se obrigar a respirar por uma hora ou duas na semana, muitas vezes sem derrubar sequer uma gota de suor.</p>
<p>Pois é, é isso. Mas e você? Está assentada sobre esses Cinco Pilares ou sua saúde está capengando em algum, ou até em todos? Não existe idade limite, não existem desculpas, e o tempo certo para fazer essas mudanças é o <strong>AGORA</strong>!</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3346/3292171029_2e93506f26.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Lembre-se, só <strong>VOCÊ </strong>pode mudar sua Saúde, só você pode se fazer feliz, o que te impede?</p>
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		<title>Você Sabe O Que É Diabetes?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 16:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabe o que é diabetes? Diabetes é uma doença crônica (hereditária em alguns casos) que pode causar muitas complicações se não for controlada a tempo. Ainda não se descobriu a cura do diabetes, mas existe um conhecimento muito claro sobre suas causas e como tratá-lo. Conhecendo o problema, você poderá controlar melhor o diabetes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a title="Syringes - Diabetes 365 Day 124 - February 06, 2008 por cbenefiel, no Flickr" href="http://farm3.static.flickr.com/2120/2253034311_715574abca.jpg"><img title="Seringas de Insulina" src="http://farm3.static.flickr.com/2120/2253034311_715574abca.jpg" alt="Syringes - Diabetes 365 Day 124 - February 06, 2008" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Seringas de Insulina</p></div>
<p><strong>Você sabe o que é diabetes?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Diabetes é uma doença crônica (hereditária em alguns casos) que pode causar muitas complicações se não for controlada a tempo.</p>
<p class="MsoNormal">Ainda não se descobriu a cura do diabetes, mas existe um conhecimento muito claro sobre suas causas e como tratá-lo. Conhecendo o problema, você poderá controlar melhor o diabetes e manter uma boa qualidade de vida.</p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Como funciona o organismo normal?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Para entender o diabetes, temos que conhecer o funcionamento do organismo normal.</p>
<p class="MsoNormal">Quando comemos, o aparelho digestivo decompõe os carboidratos (açúcares) dos alimentos em um combustível chamado glicose.</p>
<p class="MsoNormal">Em seguida, a glicose penetra na corrente sanguínea e é levada até as células, em todas as partes do corpo.</p>
<p class="MsoNormal">A glicose nos fornece energia para usar imediatamente ou é armazenada no fígado e em outros órgãos para ser utilizada posteriormente.</p>
<p class="MsoNormal">Nesse processo, a insulina, um hormônio que o pâncreas libera para a corrente sanguínea, desempenha um papel fundamental.</p>
<p class="MsoNormal">A insulina permite que a glicose transportada pelo sangue penetre nos tecidos e possa ser utilizada pelas células.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Qual é a falha que ocorre devido ao diabetes?</strong></p>
<p class="MsoNormal">O organismo das pessoas diabéticas converte os carboidratos dos alimentos em glicose, mas devido à quantidade insuficiente de insulina e falta de resposta adequada das células à insulina, a glicose tem dificuldade de penetrar nas células e se acumula no sangue em níveis mais altos do que os normais.</p>
<p class="MsoNormal">Na maioria dos casos, o diabetes não causa sintomas, mas os pacientes podem apresentar:</p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Cansaço, fraqueza e tonturas.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Sede excessiva.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Visão borrada.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Urinar com maior frequência.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Perda de peso.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Aumento do apetite.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Adormecimento ou formigamento das mãos ou dos pés.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Má cicatrização de ferimentos ou úlceras.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Problemas sexuais.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Quantos tipos de diabetes existem?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Existem dois tipos de diabetes: o Diabetes Tipo 1 e o Diabetes Tipo 2</p>
<p class="MsoNormal"><em> </em></p>
<p class="MsoNormal"><em>Diabetes Tipo 1</em></p>
<p class="MsoNormal">Devido a um distúrbio hereditário, o pâncreas é muito ou totalmente incapaz de produzir a quantidade de insulina necessária para transportar a glicose da corrente sanguínea para as células.</p>
<p class="MsoNormal">Comumente, esse tipo de diabetes é diagnosticado na infância ou puberdade e os portadores da doença necessitam de injeções periódicas de insulina para sobreviver.</p>
<p class="MsoNormal"><em>Diabetes Tipo 2</em></p>
<p class="MsoNormal">O pâncreas não produz insulina suficiente e o corpo apresenta dificuldades para utilizá-la de forma adequada. Esse tipo de diabetes é o mais frequente, sendo comum em adultos obesos com mais de 40 anos.</p>
<p class="MsoNormal">Também existe o diabetes gestacional, que afeta mulheres grávidas e geralmente desaparece depois do parto.</p>
<p class="MsoNormal">
<blockquote>
<p class="MsoNormal"><strong><em>10% dos pacientes diagnosticados são portadores de diabetes tipo 1. Os outros 90% apresentam diabetes tipo 2.</em></strong></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Quais são as possíveis complicações?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Sem tratamento e cuidados apropriados, o diabetes pode causar graves danos ao organismo; se o nível de glicose no sangue (glicemia) se mantiver muito alto por longos períodos de tempo, podem ocorrer:</p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Perda de visão.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Doenças renais (insuficiência renal).</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio e derrame cerebral).</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Danos ao sistema nervoso (dor, formigamento e diminuição da sensibilidade principalmente dos membros inferiores).</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Pé diabético (úlceras e amputações).</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Disfunção erétil.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Quais são os cuidados que eu devo ter?</strong></p>
<p class="MsoNormal">Para manter o seu nível de glicose no sangue dentro dos limites normais, você deve seguir alguns cuidados básicos:</p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Alimentar-se adequadamente (dieta correta).</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Praticar atividades físicas com regularidade, sob orientação médica.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Controlar o estresse.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Realizar exames periodicamente (glicemia).</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Toar medicamentos seguindo estritamente a forma como foram prescritos por seu médico.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Parar de fumar.</li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Courier New&quot;;"><span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Cuidados especiais de higiene, principalmente com os pés.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Cuidados Na Prevenção e Tratamento De Feridas &#8211; Parte 07</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 15:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tratamento do paciente portador de pé diabético com ulceração deverá partir primeiramente de avaliação minuciosa para determinação de acometimento de base principal &#8211; neuropatia ou isquemia, a etiologia sempre deve ser estabelecida. Segue-se então a revisão da história médica e a avaliação da região plantar. Se a lesão for isquêmica será necessária a avaliação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tratamento do paciente portador de pé diabético com ulceração deverá partir primeiramente de avaliação minuciosa para determinação de acometimento de base principal &#8211; neuropatia ou isquemia, a etiologia sempre deve ser estabelecida. Segue-se então a revisão da história médica e a avaliação da região plantar. Se a lesão for isquêmica será necessária a avaliação do cirurgião vascular para determinação das condições vasculares. Se a lesão for neuropática, avalia-se o grau de comprometimento sensitivo, motor e autonômico.</p>
<p>Se durante a avaliação da ferida verifica-se a necessidade de debridamento, e se o pé for isquêmico, deve-se dar preferência ao debridamento enzimático ou instrumental com cautela e não agressivo para remoção da escara necrótica que é comum neste caso. Já no pé neuropático há a presença de tecido hiperqueratoso derivado da hidroxilação do colágeno pela glicose que prejudica a migração celular na epitelização, portanto pode-se utilizar o debridamento instrumental agressivo.</p>
<p>Na viência de infecção localizada em partes moles, será necessário a instituição de antibioticoterapia oral com reavaliação em uma semana, indicação de repouso do pé acometido e controle do <em>diabetes mellitus</em>. Se, por sua vez, a infecção se localizar no osso (osteomielite) será necessário a hospitalização, onde se fará a cultura apropriada para detecção do microorganismo envolvido, insituição de antibioticoterapia endovenosa e, em alguns casos, pode ser necessário intervenção cirúrgica com desbridamento ou amputação. As palmilhas ortopédicas sempre deverão ser indicadas para pacientes com deformidades nos pés, visando alívio da pressão plantar.</p>
<p>No tratamento da ferida pode-se utilizar o soro fisiológico para limpeza e diversos tipos de curativos, de acordo com sua indicação, como esponjas, hidrocolóides, alginatos, carvão ativado, hidrogel, tules com ou sem medicação, papaína, AGE, filme transparente.</p>
<p>No entanto, o principal desafio do profissional de saúde frente ao paciente diabético é a manutenção da integridade cutânea em relação a todos os compromentimentos que sofre nas complicações de sua patologia.</p>
<p>Nas intervenções preventivas que podem ser realizadas o controle glicêmico é essencial para diminuir complicações a longo prazo. Para tanto, utiliza-se a educação em saúde enfatizando a necessidade deste controle, a normalização do perfil lipídico, o controle da obesidade, a abolição do fumo e o cuidado com os pés.</p>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes Mellitus (DM) e a Americam Diabetes Association, deve-se instituir o seguinte protocolo de atenção ao paciente diabético:</p>
<ul>
<li>Consulta anual com avaliação completa do paciente;</li>
<li>Identificar pé de alto risco:</li>
<p>- diminuição da sensação de proteção</p>
<p>- deformidade nas estruturas do pé</p>
<p>- biomecânica alterada</p>
<p>- doença vascular periférica</p>
<p>- integridade da pele</p>
<li> Um ou mais fatores e/ou neuropatias periféricas devem ser avaliadas com mais frequência (a cada 3 meses).</li>
</ul>
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		<title>Cuidados na Prevenção e Tratamento de Feridas &#8211; Parte 06</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 13:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[curativos]]></category>
		<category><![CDATA[enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[escaras]]></category>
		<category><![CDATA[feridas]]></category>
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		<description><![CDATA[As úlceras diabéticas são classificadas quanto a sua origem podendo ser térmica (aplicação de calor local, andar descalço), química (agentes cáusticos) ou traumática (corpo estranho, corte de unha, esparadrapo). Estas lesões são desencadeadas por uma tríade de patologias bastante clássica que envolve a Neuropatia (autonômica, sensorial e motora), Doença Vascular Periférica e Infecções. Comparação entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As úlceras diabéticas são classificadas quanto a sua origem podendo ser <strong>térmica </strong>(<em>aplicação de calor local, andar descalço</em>), <strong>química </strong>(<em>agentes cáusticos</em>) ou <strong>traumática </strong>(<em>corpo estranho, corte de unha, esparadrapo</em>).</p>
<p>Estas lesões são desencadeadas por uma tríade de patologias bastante clássica que envolve a <strong>Neuropatia</strong> (autonômica, sensorial e motora), <strong>Doença Vascular Periférica</strong> e <strong>Infecções</strong>.</p>
<p>Comparação entre os sinais de neuropatia periférica e doença vascular periférica no pé de pessoas diabéticas:</p>
<p><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--> <!--[if gte mso 10]> <mce:style><!<br />
/* Style Definitions */<br />
table.MsoNormalTable<br />
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--> <!--[endif]--></p>
<table class="MsoTableGrid" style="border: medium none; border-collapse: collapse; height: 236px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="470">
<tbody>
<tr>
<td style="border: medium none; padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Sinal/Sintoma</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Úlcera Neuropática</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Úlcera Isquêmica</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Deformidade do pé</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Presente como dedo em forma de garra, de martelo, pé de   Charcot ou outros</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Não está presente</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Temperatura da pele   do pé</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Quente</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Fria</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Coloração do pé</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Normal</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Descorado quando elevado ou cianótico</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Unhas </strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Atrofiadas</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Atrofiadas</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Pulsos pediais</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Presentes</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Ausentes ou reduzidos. API &lt;0,9</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Dor </strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Ausente</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Presente, aliviando-se quando se coloca as pernas para   baixo</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Formação de calos</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Presente, principalmente na superfície plantar</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Ausente</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 122.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><strong>Local da úlcera</strong></p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 144pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal">Geralmente na superfície plantar</p>
</td>
<td style="padding: 0cm 5.4pt; width: 135pt;" width="180" valign="top">
<p class="MsoNormal">Geralmente nos dedos e em torno das extremidades do pé</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O paciente diabético deverá ser avaliado através dos seguintes métodos:</p>
<p><em>DISFUNÇÕES SENSORIAIS OBJETIVAS</em></p>
<ul>
<li>Teste de sensibilidade vibratória através da utilização do diapasão na região plantar.</li>
<li>Teste de sensibilidade térmica.</li>
<li>Teste de sensibilidade táctil e dolorosa &#8211; utilização dos monofilamentos</li>
</ul>
<p><em>DISFUNÇÕES SENSORIAIS SUBJETIVAS</em></p>
<ul>
<li>Dor (noturna, esporádica, cede espontaneamente)</li>
<li>Parestesia</li>
<li>Sensação de picadas e queimação</li>
</ul>
<p><em>DISFUNÇÕES MOTORAS</em></p>
<ul>
<li>Deformidade nos pés</li>
<li>Pé de Charcot</li>
</ul>
<p><em>DISFUNÇÃO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO</em></p>
<ul>
<li>Hipotensão postural</li>
<li>usência de sinais adrenérgicos de hipoglicemia</li>
<li>MMII com pele seca, fina e fissurada</li>
</ul>
<p><em>ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS PERIFÉRICAS</em></p>
<p>Após esta avaliação minuciosa o paciente será classificado como:</p>
<ul>
<li>Grau 0 &#8211; Pé de risco</li>
<li>Grau 1 &#8211; Úlcera superficial, não infectada clinicamente</li>
<li>Grau 2 &#8211; Úlcera mais profunda, geralmente infectada, sem osteomielite</li>
<li>Grau 3 &#8211; Úlcera mais profunda, geralmente infectada, com osteomielite</li>
<li>Grau 4 &#8211; Gangrena localizada (dedo, ante-pé ou calcanhar)</li>
<li>Grau 5 &#8211; Gangrena em todo o pé</li>
</ul>
<p>0-3 Predominantemente neuropáticas</p>
<p>4-5 Isquemia é o fator principal</p>
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